sábado, 27 de abril de 2013

A menina magica  Editora: Mariana Rodrigues Santos.
Era uma vez uma menina que adorava dança brincar e se divertir com os amigos,um dia Alice foi numa casa de uma amiga que se chamava Helen chegou na casa da sua amiga e comesaram brincar,e guando Alice viu uma portinha aberta mas bem pequena e falou para sua amiga Helen:-Helen o que aquilo e Helen falo que não sabia o que era então elas falaram famos entrar e as duas:-SIM famos la elas falaram:-COMO VAMOS PASSAR POR AQUELA PORTINHA TÃO PEQUENA ,EU JA SEI VAMOS USAR 

RECEITAS PEQUENAS.Elas acharam as receitas e misturão tudo e fizerão umini porçao tomaram e da para acreditar ela ficaram pequenas mas pequenas mesmo então entraram na porta e viram um mundo todo alcontrario como:passaros pequenos,borboletas muitos grandes, gigantes pequenos, añoes gigantes,e guando elas firam aquilo ficaram apavoradas querendo voltar para sua cidade mas guando tetaram voltar a porta se patel e se tranco elas começaram bater na portamilhares de vezes mas niquem escutava pois a quela porta tinha se sumido para outro mundo,então elas tiveram que caminhar naquele mundo magico ate acha outra para sair encontraram uma pessoa ele ea o  OZ .
PA

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Semana Literaria 
Eu Mariana Rodrigues Santos ajudei na semana literaria  fazendo ,um ladrilho com ajuda da minha familia e tambem fazendo o meu boneco tambem fazendo o meu boneco tambem com a ajuda da minha familia ,tambem teve umas atividades muito legal vendo o testo de Vinicius de Morais ,os contos de terror as brincadeiras do  7º ano e tendo visitas na nossa sala todo dia mostrando trabalhos de Religião,a esposiçao de livros.Eu achei muito legal essa semana pois mostra coisas que eu não sabia.
Biografia de Ziraldo 
O nome de Ziraldo veio da combinação criativa dos nomes de sua mãe, Zizinha, com o de seu pai, Geraldo. Ziraldo Alves Pinto era o mais velho de uma família de sete irmãos. Em 1949, foi com o avô para o Rio de Janeiro. Em 1950 voltou para sua cidade para fazer o Tiro de Guerra e terminar o Científico. Em 1957, formou-se na Faculdade de Direito de Minas Gerais, em Belo Horizonte. No ano seguinte casou-se com Vilma Gontijo com quem teve três filhos.

Artista desde pequeno, gostava de desenhar e de ler Monteiro Lobato, Viriato Correia, Clemente Luz, e as revistas em quadrinhos da época. A carreira de Ziraldo começou com colaborações mensais na revista "Era Uma Vez...". Em 1954 começou a trabalhar no jornal "A Folha de Minas", com uma página de humor.

Em 1957, publicou seus trabalhos na revista "A Cigarra" e, posteriormente, em "O Cruzeiro". Em 1963, começou colaborar para o "Jornal do Brasil". Trabalhou também nas revistas "Visão" e "Fairplay".

Como artista gráfico, Ziraldo fez cartazes para inúmeros filmes do cinema brasileiro. Nos anos 60, seus cartuns e charges políticas começaram a aparecer na revista "O Cruzeiro" e no "Jornal do Brasil". Personagens como a Supermãe e o Mineirinho tornaram-se populares. Ziraldo publicou a primeira revista brasileira do gênero quadrinhos feita por um só autor, reunindo "A Turma do Pererê ".

Em 1964, com o governo militar, a revista foi encerrada. Os personagens voltaram a ser publicados em 1975 pela Editora Abril. Durante o período da ditadura, Ziraldo lutou contra a repressão. Fundou, junto com outros humoristas, o mais importante jornal não-conformista, "O Pasquim", que incomodou o regime militar até o seu fim.

Ziraldo teve seu talento reconhecido internacionalmente com a publicação de suas produções em várias revistas da Inglaterra, da França, e dos Estados Unidos. No ano de 1969, ganhou o Oscar Internacional de Humor no 32º Salão Internacional de Caricaturas de Bruxelas e o Merghantealler, prêmio máximo da imprensa livre da América Latina. Foi convidado a desenhar o cartaz anual da Unicef, honra concedida pela primeira vez a um artista latino.

Seu primeiro livro infantil, "Flicts", relata a história de uma cor que não encontrava seu lugar no mundo. Desde a década de 70, Seus cartuns percorrem revistas de várias partes do mundo. Alguns de seus desenhos foram selecionados para fazer parte do acervo do Museu da Caricatura de Basiléia, na Suíça.

Em 1979, Ziraldo publicou "O Planeta Lilás" e, no ano seguinte, ganhou o Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro com o livro O Menino Maluquinho, que se transformou no maior sucesso editorial e foi adaptado para o teatro, o cinema e para internet, e teve uma versão para ópera infantil. Em 1989, começaram a ser publicadas a revista e as tirinhas em quadrinhos desse personagem.

Em 1994, alguns de seus personagens transformaram-se em selos comemorativos de Natal. Os livros de Ziraldo já foram traduzidos para vários idiomas. "Flicts" já foi enredo de escola de samba em Juiz de Fora e, no carnaval de 1997, Ziraldo foi novamente homenageado e desfilou no alto de um carro com um enorme Menino Maluquinho. Na televisão Ziraldo participou de inúmeros programas. Foi entrevistador na TV Educativa, com o programa "Ziraldo - o papo", no início dos 90.

Em 1999, criou, de uma só vez, duas revistas: Bundas e Palavra. Bundas foi uma resposta bem-humorada às revistas de celebridades. Por sua vez, Palavra se destinava a divulgar e discutir a arte que se faz fora do eixo Rio-São Paulo. No ano 2000, Ziraldo foi convidado para montar um parque de diversões temático em Brasília, o Ziramundo. No início de 2002, surgiu "O Pasquim21", um jornal semanal que tentou reviver, sem sucesso, o histórico O Pasquim.

No carnaval de 2003, Ziraldo foi homenageado pela escola de samba paulista Nenê de Vila Matilde, com o enredo "É Melhor ler... O Mundo Colorido de um Maluco Genial". Em 2004 Ziraldo ganhou, com o livro Flicts, o prêmio internacional Hans Christian Andersen. Sua arte gráfica também pode ser identificada em logotipos, ilustrações, cartazes do Ministério da Educação, camisetas e símbolos de campanhas públicas ou privadas.

Luís da Câmara Cascudo (Natal30 de dezembro de 1898 — Natal, 30 de julho de 1986) foi um historiadorantropólogoadvogado e jornalista brasileiro.
Passou toda a sua vida em Natal e dedicou-se ao estudo da cultura brasileira. Foi professor da Faculdade de Direito de Natal, hoje Curso de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O Instituto de Antropologia desta universidade tem seu nome. Pesquisador das manifestações culturais brasileiras, deixou uma extensa obra, inclusive o Dicionário do Folclore Brasileiro (1952). Entre seus muitos títulos destacam-se:Alma patrícia (1921), obra de estreia, Contos tradicionais do Brasil (1946). Estudioso do período das invasões holandesas, publicou Geografia do Brasil holandês (1956). Suas memórias, O tempo e eu (1971) foram editadas postumamente. Quase chegou a ser demitido por estudar figuras folclóricas como o lobisomem.




Biografia
Marina Colasanti (Sant'Anna) nasceu em 26 de setembro de 1937, em Asmara (Eritréia), Etiópia. Viveu sua infância na Africa (Eritréia, Líbia). Depois seguiu para a Itália, onde morou 11 anos. Chegou ao Brasil em 1948, e sua família se radicou no Rio de Janeiro, onde reside desde então.
Possui nacionalidade brasileira e naturalidade italiana.Entre 1952 e 1956 estudou pintura com Catarina Baratelle; em 1958 já participava de vários salões de artes plásticas, como o III Salão de Arte Moderna. Nos anos seguintes, atuou como colaboradora de periódicos, apresentadora de televisão e roteirista.Ingressou no Jornal do Brasil em 1962, como redatora do Caderno B, desenvolveu as atividades de: cronista, colunista, ilustradora, sub-editora, Secretária de Texto. Foi também editora do Caderno Infantil do mesmo jornal. Participou do Suplemento do Livro com numerosas resenhas.No mesmo período editou o Segundo Tempo, do Jornal dos Sports. Deixou o JB em 1973.Assinou seções nas revistas: Senhor, Fatos & Fotos, Ele e Ela, Fairplay, Claudia e Jóia.Em 1976 ingressou na Editora Abril, na revista Nova da qual já era colaboradora, com a função de editora de comportamento.De fevereiro a julho de 1986 escreveu crônicas para a revista Manchete.Deixa a Editora Abril em 1992, como editora especial, após uma breve permanência na revista Claudia, tendo ganho três Prêmios Abril de Jornalismo.De maio de 1991 a abril de 1993 assinou crônicas semanais no Jornal do Brasil.De 1975 até 1982 foi redatora na agência publicitária Estrutural, tendo ganho mais de 20 prêmios nesta área.Atuou na televisão como entrevistadora de Sexo Indiscreto - TV Rio, ee entrevistadora de Olho por Olho - TV Tupi.Na televisão foi editora e apresentadora do noticiário Primeira Mão -TV Rio, 1974; apresentadora e redatora do programa cultural Os Mágicos -TVE, 1976; âncora do programa cinematográfico Sábado Forte -TVE, de 1985 a 1988; e âncora do programa patrocinado pelo Instituto Italiano de Cultura, Imagens da Itália- TVE, de 1992 a 1993.Em 1968, foi lançado seu primeiro livro, Eu Sozinha; desde então, publicou mais de 30 obras, entre literatura infantil e adulta. Seu primeiro livro de poesia, Cada Bicho seu Capricho, saiu em 1992. Em 1994 ganhou o Prêmio Jabuti de Poesia, por Rota de Colisão (1993), e o Prêmio Jabuti Infantil ou Juvenil, por Ana Z Aonde Vai Você?. Suas crônicas estão reunidas em vários livros, dentre os quais Eu Sei, mas não Devia (1992) que recebeu outro prêmio Jabuti, além de Rota de Colisão igualmente premiado.Publicou vários livros de contos, crônicas, poemas e histórias infantis. Dentre outros escreveu E por falar em amor; Contos de amor rasgados; Aqui entre nós, Intimidade pública, Eu sozinha, Zooilógico, A morada do ser, A nova mulher (que vendeu mais de 100.000 exemplares), Mulher daqui pra frente, O leopardo é um animal delicado, Gargantas abertas e os escritos para crianças Uma idéia toda azul e Doze reis e a moça do labirinto de vento. Colabora, atualmente, em revistas femininas e constantemente é convidada para cursos e palestras em todo o Brasil. É casada com o escritor e poeta Affonso Romano de Sant'Anna com quem teve duas filhas: Fabiana e Alessandra.Em suas obras, a autora reflete, a partir de fatos cotidianos, sobre a situação feminina, o amor, a arte, os problemas sociais brasileiros, sempre com aguçada sensibilidade.

Bibliografia sobre a autora:
COELHO, Nelly Novaes. Dicionário crítico da literatura infantil e juvenil brasileira, 1882/1982. São Paulo: Quíron, 1983. p.661-667.
CUNHA, Fausto. Sair da Floresta. In: Colasanti, Marina. Nada na manga. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1973. p.11-13.
23 comentários:
 giovannaferreira10 disse...
muito bom adorei!PARABÉNS para quem colocou isto no site!
23 de junho de 2009 17:56
 kleverson_gomes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
9 de fevereiro de 2011 09:07
 Alice disse...
eu tenho que fazer um trabalho e essa biografia ficou perfeita eu tirei um notão.
24 de março de 2011 09:21
 Dandara Caroline disse...
estou fazendo um trabalho de biografia e o nome de veio por causa de meus pais e avos e adoreeeei
11 de abril de 2011 06:13
 sabrina disse...
adorei essa biografia pena ki so tem algumas fotos dela!
14 de abril de 2011 15:39
 izilda disse...
Essa marina Colasanti, só faz livros chatos, meu feilho esta lendo um livro que é muito chato e sem historia, odiei essa autora!!! Volta para a Etiópia!!!!
26 de maio de 2011 16:38
 izilda disse...
O LIVRO MINHA TIA ME CONTOU FOI UM DOS LIVROS MAIS CHATOS QUE MEU FILHO JÁ LEU, ÃO SEI ONDE A PROFESSORA DELE ESTAVA COM A CABEÇA QUANDO MANDOU ELES LERAM ESSA CHATISSE...A AUTORA MARINA COLASANTI É MUITO RUIM!!!!
26 de maio de 2011 16:40
 Jahm disse...
O conteúdo está ótimo; só acho que deveria dar um esaçamento no texto. A vista dói só de olhar tanta letrinha em espaçamento simples.

Fica a dica, ok?

Abraços
29 de junho de 2011 15:44
 google disse...
o texto é otimo a vida de matina colasnti é espetacular.isso tudo demonstra a vida normal de uma otima escritora.parabens por todos os seus livros bjusssssssssssss
19 de agosto de 2011 06:11
 Catia Toledo disse...
A tal da Izilda é uma perdida..Ela é que deveria ir para outro país, aprender a ler. Quem não entende o que lê (ou seja, é analfabeto funcional) é que acha a literatura de Marina chata..Vai se criar, pra depois poder falar alguma coisa,....Leia bastante, mas não vale só Paulo Coelho, tá?
Minha Tia me contou é um livro muito, muito interessante...
26 de agosto de 2011 20:04
 THAIS... disse...
mto bom espero tirar o cinco q é a nota maxima...
2 de setembro de 2011 07:26
 rafaela alves fernandes disse...
eu tenho que fazer um trabalho e escola sobre a vida dela, e ficou perfeito eu adorei muito.
25 de setembro de 2011 16:39
 rafaela alves fernandes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
25 de setembro de 2011 16:41
 rafaela alves fernandes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
25 de setembro de 2011 16:43
 NÉLIDA NUNES CARDOSO disse...
Izilda, não escreva um comentário desse sem conhecimento!!!
Marina Colasanti ajudou uma geração a pensar na época da opressão da ditadura. Marina foi uma transgressora, se hoje você se julga critica literária, agradeça seus antecessores com humildade.
26 de dezembro de 2011 07:13
 luana disse...
ola meu nome é luana e tive um trabalho da escola sobre a vida (biografia) de marina colasanti e esse texto(biografia) me ajudou de mais e concerteza irei tirar uma boa nota!!!!

obrigada,
e gostei muito de sua biografia marina , kkkkkk/
luana bezerra
11 de abril de 2012 17:07
 Joarge0709 disse...
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22 de maio de 2012 19:02
 Joarge0709 disse...
eu adorei os livros da marina colasanti é muito legal
22 de maio de 2012 19:03
 Joarge0709 disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
22 de maio de 2012 19:03
 Leo Fani disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
8 de julho de 2012 13:51
 carmem disse...
Li com meu filho, "Era uma vez Dom Quixote" de Miguel de Cervantes com a Tradução de Marina Colasanti, é hilário, a gente ri do começo ao fim, esse livro modificou a vida de meu filho... Gostaria muito de ver outros clássicos com a tradução de Marina Colasanti, mulher talentosa...
22 de agosto de 2012 06:58
 carmem disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
22 de agosto de 2012 07:00
 Alice Maria Gonçalves disse...
Amo a Marina e me emociono com suas palavras, pois chego a pensar que ela entra na minha mente,e fala o que eu penso e não consigo colocar no papel.Li alguns comentários negativos no blog, mas digo que gosto tanto do seu trabalho que compensa todo o "não gostar" de outros leitores.Ontem estive na Feira do Livro em POA e tive a honra de assistir a Marina e ao Affonso. Adorei!Beijão!
Alice Maria Gonçalves
1 de novembro de 2012 04:18
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Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.

Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, noJornal do Brasil.O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros deDrummondAlguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.

Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo. EmSentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo(1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.

Várias obras do poeta foram traduzidas para o espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, sueco, tcheco e outras línguas. Drummond foi seguramente, por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira em seu tempo, tendo também publicado diversos livros em prosa.

Em mão contrária traduziu os seguintes autores estrangeiros: Balzac (Les Paysans, 1845; Os camponeses), Choderlos de Laclos (Les Liaisons dangereuses, 1782; As relações perigosas), Marcel Proust (La Fugitive, 1925; A fugitiva), García Lorca (Doña Rosita, la soltera o el lenguaje de las flores, 1935; Dona Rosita, a solteira), François Mauriac (Thérèse Desqueyroux, 1927; Uma gota de veneno) e Molière (Les Fourberies de Scapin, 1677; Artimanhas de Scapino).

Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.
Victor Hugo casou-se com Adèle Foucher e durante a vida teve diversas amantes, sendo a mais famosa Juliette Drouet, atriz sem talento, a quem ele escreveu numerosos poemas.

O período 1829-1843 foi o mais produtivo da carreira do escritor. Seu grande romance histórico, "Notre Dame de Paris" - mundialmente conhecido como "O Corcunda de Notre Dame" - (1831), o conduziu à nomeação de membro da Academia Francesa, em 1841.

Criado no espírito da monarquia, o escritor acabou se tornado favorável a uma democracia liberal e humanitária. Eleito deputado da Segunda República, em 1848, apoiou a candidatura do príncipe Luís Napoleão, mas se exilou após o golpe de Estado que este deu em dezembro de 1851, tornando-se imperador. Hugo condenou-o vigorosamente por razões morais em "Histoire d'un Crime".

Durante o Segundo Império, em oposição a Napoleão 3o, viveu em exílio em Jersey, Guernsey e Bruxelas. Foi um dos poucos a recusar a anistia decidida algum tempo depois.

A morte da sua filha, Leopoldina, afogada por acidente no Sena, junto com o marido, fez com que o escritor se deixasse levar por experiências espíritas relatadas numa obra "Les Tables Tournantes de Jersey" (As Mesas Moventes de Jersey).

A partir de 1849, Victor Hugo dedicou sua obra à política, à religião e à filosofia humana e social. Reformista, desejava mudar a sociedade mas não mudar de sociedade. Em 1870 Hugo retornou a França e reatou sua carreira política. Foi eleito primeiro para a Assembléia Nacional, e mais tarde para o Senado. Não aderiu à Comuna de Paris mas defendeu a anistia aos seus integrantes.

De acordo com seu último desejo, foi enterrado em um caixão humilde no Panthéon, após ter ficado vários dias exposto sob o Arco do Triunfo.
biografia
"Vinicius de Moraes: o Poeta da Paixão - uma biografia" nos diz que o poeta foi um homem que viveu para se ultrapassar e para se desmentir. Para se entregar totalmente e fugir, depois, em definitivo. Para jogar, enfim, com as ilusões e com a credulidade, por saber que a vida nada mais é que uma forma encarnada de ficção. Foi, antes de tudo, um apaixonado — e a paixão, sabemos desde os gregos, é o terreno do indomável. Daí porque fazer sua biografia era obra ingrata.
BIOGRAFIA

 CÉSAR OBEID

Nascido na capital paulista 

em 1974, o premiado 

escritor, educador e 

contador de histórias César 

Obeid tem dedicado suas 

atividades à difusão da

 literatura infantojuvenil. 

 Realiza palestras, oficinas,

 workshops, participa de 

seminários,encontros com 

leitores e mesas de debate

 por todo o país. Instituições

 como SESC, SESI, casas 

de cultura, bibliotecas, 

empresas, escolas,

 faculdades, sindicatos de

 professores, secretarias 

estaduais e municipais de 

cultura e educação e feiras 

do livro recebem seu 

trabalho.

Frequentemente escreve 

matérias e artigos para 

jornais e revistas, como 

também participa de 

gravações de programas de

 televisão e rádio sobre 

leitura, literatura, poesia e 

cultura popular. 

Em 2010 foi o escritor 

homenageado na cidade de

 Catanduva, no evento 

“Fazer Literário” produzido 

pelo Sesc. 
O OBJETIVO DO BLOG 
Foi criar para postar produção de texto,livros coletivos,pesquisas de Portugues e outros couteudos, reportagens e noticias da escola e emgeral.

Mariana Rodrigues Santos
BIOGRAFIA
Mariana Rodrigues Santos naceu em 13 de maio 2002 em Belo Horizonte.Nasceu no Hospital Otaviano Neves pasando 3,250 kg e medindo 49 centimetros.O pai,Robsn Avelar Rodrigues Santos e engenheiro mecanico e trabalha na Tam.A mãe,Helen Eunice Rodrigues Santos e analista de sistema e trabalho na Seculos.Tem um irmão chamado Rafael Rodrigues Santos tem 14 anos de idade e e o seu maior amigo.Mora com a sua familia na Rua Arthur Ferrari 25,apto 801,bairro Grajau em Belo Horizonte.Possui carteira de indentidade numero MG-15.703.994.
Entre 2004 a 2012 estudou na escola Sistema Apice de Encino e atualmente estuda na escola São  Paulo.
As suas caracteristicas são cabelo castanho,branca,olhos castanhos,alegre,prestativa,amiga e divertida.O seu esporte preferido e natação.Nas horas de lazer adora tomar açai,assistir filme,escutar musica,viajar e visitar minha familia.